domingo, 23 de setembro de 2012

Perigosos e hipnotizantes, felinos são os reis da beleza no mundo animal

Grosby Group
Felinos são pura força e poder. Magníficos, são tão belos quanto podem ser perigosos e assustadores — e é comum vê-los em imagens que surpreendentemente passem as duas ideias ao mesmo tempo: perigo e beleza. 

Nosso álbum começa com uma tigresa do zoológico da Tailândia se sacodindo para se secar, logo após um mergulho na sua piscina particular

Reprodução/Eduardo Enomoto
Princesa encantou o público ao mostrar que era extremamente sociável, mas foi bem convincente quando soltou seu rugido. Ui!

Reprodução /Mail Online
É sempre lindo de se ver uma mãe com seus filhotes. Mas não ouse chegar perto!

Reprodução /Mail Online
Brincadeira ou briga? As duas coisas! Filhotes "brincam de lutinha", uma preparação para a vida selvagem adulta

Reprodução /Mail Online
Depois de correr atrás do almoço, nada melhor que um mergulho para refrescar

Reprodução /Mail Online
" Viu filho? É assim que se faz .". Duas mamães ensinam seus filhotes como observar e perseguir a caça

Reprodução /Mail Online
Jolie dando uma cochiladinha no sofá. Dá pra acreditar que isso é uma fera?

Reprodução/BBC

Reprodução /Mail Online
Ele é o rei, dono do poder total. O leão, assim como  felinos é o que se pode chamar de uma mistura muito perigosa: ferozes, mortais, mas extremamente charmosos e sedutores.

Fonte:R7

Domingão,dia de preguiça...


Panda vermelho tira soneca no zoológico de Pequim, na China.  (Foto: Mark Ralston/AFP)
Panda vermelho tira soneca no zoológico de Pequim, na China. (Foto: Mark Ralston/AFP)
Em março, um leão-marinho foi fotografado dormindo à beira da piscina de hotel de Galápagos.  (Foto: Reprodução)
Lleão-marinho é fotografado dormindo à beira da piscina de hotel de Galápagos. (Foto: Reprodução)
Panda gigante é fotografado tirando cochilo em zoológico de Pequim, na China. (Foto: Mark Ralston/AFP)
Panda gigante é fotografado tirando cochilo em zoológico de Pequim, na China. (Foto: Mark Ralston/AFP)
Gato foi flagrado tirando uma soneca em uma cadeira no Japão. (Foto: Reprodução)
Gato é flagrado tirando soneca em cadeira no Japão. (Foto: Reprodução)
Panda Mei Xiang tira soneca no zoológico de Washington. (Foto: Kevin Lamarque/Reuters)
Panda Mei Xiang tira soneca no zoológico de Washington (EUA). (Foto: Kevin Lamarque/Reuters)
Guepardo é fotografado em reserva em Hluhluwe, na África do Sul. (Foto: Matthew Craft/AP)
Guepardo é fotografado em reserva em Hluhluwe, na África do Sul. (Foto: Matthew Craft/AP)
Leoa e suricato dormem abraçados em parque de Sun City, na África do Sul. (Foto: Matthew Tabaccos/Barcroft Media/Getty Images)
Leoa e suricato dormem abraçados em parque de Sun City, na África do Sul. (Foto: Matthew Tabaccos/Barcroft Media/Getty Images)
Fonte:G1

Litoral do país perdeu 80% de recifes de corais em 50 anos


Estudo inédito realizado que monitorou a saúde dos recifes de corais aponta que nos últimos 50 anos o país perdeu cerca de 80% desse ecossistema devido à extração e à poluição doméstica e industrial.
O restante existente está ameaçado pelos efeitos da mudança climática.
O primeiro “Monitoramento de recifes de corais no Brasil”, executado de 2002 a 2010 pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), aponta os recifes que existem próximo a a grandes metrópoles do Nordeste, região onde se concentra esse ecossistema, são os mais prejudicados.
Os dados do estudo serão divulgados nesta segunda-feira (24) durante a sétima edição do Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação, realizado em Natal (RN) pela Fundação Grupo Boticário.
Coordenado pela professora Beatrice Padovani, do Departamento de oceanografia da UFPE, o monitoramento constatou a presença de recifes de corais desde a costa nordeste do Rio Grande do Norte até o Sul da Bahia, se espalhando por cerca de 2 mil km do litoral brasileiro.
Recife saudável em Fernando de Noronha (PE). A espécie na fotografia é a 'Montastrea cavernosa', dominante na região de Noronha. (Foto: Divulgação/Zaira Matheus)
Os recifes de corais no país são ecossistemas costeiros compostos por ao menos 18 espécies diferentes de corais, além de algas e peixes como garoupas, peixes-papagaio e peixes-cirurgião. Podem ser encontrados até cem metros de profundidade ou na costa de grandes cidades, como Recife (PE), Maceió (AL) e Salvador (BA).
Porém, constatar a presença de corais próximos às grandes capitais pode representar, em alguns casos, sua sentença de morte. Isso porque nessas regiões os recifes sofrem com o lançamento de esgoto não tratado direto no mar ou com a remoção ilegal de organismos.
“Os danos são causados por impactos de origem terrestre como a poluição doméstica, industrial e da agricultura, o aumento da sedimentação (envio de terra para o fundo do mar) causado pelo desmatamento da Mata Atlântica e dos mangues, além do fácil acesso que leva à retirada de organismos para construção, ornamentação e pesca”, disse.
Dados do estudo, baseados em pesquisas feitas anteriormente, mostram que em cinco décadas houve uma redução de 80% dos recifes de corais brasileiros. “Até a década de 1980, houve muita extração de corais para fabricação de cal no país. Essa remoção era feita com picaretas ou explosivos. Só houve uma redução após a criação de leis específicas”, disse Beatrice ao G1.
Outro problema grave que afeta esse ecossistema é a sobrepesca, que ameaça espécies de peixe que dependem desses organismos. Segundo a pesquisa, mesmo com a criação de unidades de conservação de proteção integral ao longo do litoral, peixes maiores e com ciclo de vida longo continuam a ser afetados, como a garoupa e o budião.
“Como essas espécies têm papel fundamental nos recifes, controlando outras populações, (...) as consequências da redução de exemplares são a perda da resiliência do ecossistema, ou seja, a diminuição da capacidade de retornar ao estado anterior quando perturbado”, explica a pesquisadora.
À esquerda, mergulhador durante monitoramento de recifes de corais. À direita, corais saudáveis e branqueados em Maracajau (RN). (Foto: Divulgação/Zaira Matheus)
 Mudança climática pode afetar ainda mais ecossistema
Outro grande problema que ameaça os recifes brasileiros é o aquecimento dos oceanos, devido à elevação da temperatura global -- resultado da mudança climática.
Eventos cíclicos de branqueamento e mortalidade de corais têm aumentado dramaticamente à medida que a temperatura do mar alcança valores mais altos e há maior ocorrência de eventos climáticos como El Niño (fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico perto dos trópicos). A acidificação dos mares, consequência das emissões de carbono da atmosfera, é outro fator agravante. A água capta esse carbono e se torna mais ácida.
Desde Atol das Rocas, no Rio Grande do Norte (primeiro ponto amarelo no topo do mapa), 
até Abrolhos, no Sul da Bahia (último ponto azul do mapa). Monitoramento englobou 
2 mil km de recifes de corais. (Foto: Divulgação)
De acordo com a pesquisadora, o Brasil foi bastante atingido por branqueamento em 1998, 2003 e 2010. Em 1998 e 2010, 50% da população de corais ficou branca, mas a recuperação foi considerada boa – apesar de reduções localizadas de cobertura.
“Em 2012, é provável a ocorrência de um novo El Niño. Os recifes que vão sofrer mais serão aqueles em pior estado de conservação, afetados pela poluição, e que podem ser afetados por doenças”, explica.
Unidades de conservação protegem organismos
O estudo diz ainda que os recifes de corais mais protegidos no Brasil são aqueles localizados dentro de unidades de conservação, como no Arquipélago de Fernando de Noronha (PE).
A pesquisa aponta para o poder público formas de aumentar a preservação deste ecossistema, como aumentar a recuperação de matas ciliares e controlar o manejo de bacias hidrográficas. “É preciso controle de poluição, turismo e pesca, proteção para os grupos de peixes mais afetados, incluindo as áreas de berçário e desova dessas espécies”, diz a pesquisadora.
Ela cita ainda a importância de conservar as áreas de mangues, que têm ligação importante com os recifes – além de servir como ambiente alternativo para diversos animais e organismos marinhos ao longo de seu ciclo de vida. O programa de monitoramento será mantido pelo MMA, através do Instituto Chico Mendes (ICMBio).
Fonte: G1

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

ONG monta coração com bandeiras de países em iceberg do Ártico

Imagem divulgada pela ONG Greenpeace nesta quarta-feira (19) mostra a formação de um coração com bandeiras de 193 países-membros da Organização das Nações Unidas, como forma de chamar a atenção do mundo para os problemas da região do Ártico.
A intenção dos ativistas é alertar para que providências urgentes sejam tomadas em relação à região, de preferência durante a Assembleia Geral da ONU, que vai acontecer em Nova York nos próximos dias, na sede das Nações Unidas.
Um coração formado por 193 bandeiras de países-membros da Organização das Nações Unidas foi montado no Ártico pelo Greenpeace. A intenção da ONG é alertar para o risco de desaparecimento da região pela mudança climática e ações humanas, como exploração de petróleo e gás. (Foto: Danile Beltra/Greenpeace/AFP)
Um coração formado por 193 bandeiras de países-membros da Organização das Nações Unidas foi montado no Ártico pelo Greenpeace. A intenção da ONG é alertar para o risco de desaparecimento da região pela mudança climática e ações humanas, como exploração de petróleo e gás. (Foto: Danile Beltra/Greenpeace/AFP)
O Ártico perdeu em média 91,7 mil km² de gelo por dia em agosto de acordo com a Organização Mundial de Meteorologia (OMM). O derretimento diário aproxima-se da extensão de Pernambuco, com 98 mil km² de território, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No dia 26 de agosto, a agência espacial americana (Nasa) registrou recorde no derretimento da camada de gelo que cobre o Oceano Ártico. Trata-se do maior degelo anunciado desde o início do monitoramento via satélite da região, iniciado em 1979.
Bandeiras dos 193 países que integram a ONU são vistas na neve em frente ao navio My Arctic Sunrise, do Greenpeace, em foto do dia 14 divulgada nesta quarta (19). A organização aproveitou a viagem para apelar à ONU por medidas contra o degelo do Ártico. (Foto: AFP/Danile Beltra/Greenpeace)

Bandeiras dos 193 países que integram a ONU são
vistas na neve em frente ao navio My Arctic Sunrise,
do Greenpeace, em foto do dia 14 divulgada nesta
quarta (19).  (Foto: AFP/Danile Beltra/Greenpeace)

A última vez em que um derretimento tão grande ocorreu foi em 18 de setembro de 2007, e ainda assim havia mais massa polar do que a registrada pela Nasa no fim de agosto.
A camada de gelo chegou a 4,1 milhões de km², 70 mil km² a menos do que a medição em 2007, quando a extensão do gelo no Ártico era de 4,17 milhões de quilômetros quadrados.
O derretimento do gelo do Ártico tem acelerado a corrida em torno da exploração de recursos naturais na região.
Caso as linhas marítimas, atualmente inacessíveis no topo do mundo, se tornem navegáveis nas próximas décadas, elas poderão redesenhar as rotas do comércio global, e talvez a geopolítica, para sempre.
Estudos recentes afirmam que espécies que vivem no Ártico, como o urso polar, focas e crustáceos, precisam se adaptar ao constante degelo ou podem desaparecer para sempre devido ao aumento da temperatura do planeta. (Foto: Danile Beltra/Greenpeace/AFP)
Estudos recentes afirmam que espécies que vivem no Ártico, como o urso polar, focas e crustáceos, precisam se adaptar ao constante degelo ou podem desaparecer para sempre devido ao aumento da temperatura do planeta. (Foto: Danile Beltra/Greenpeace/AFP)Fonte: G1

Mãe inglesa cuida de dois meninos com autismo e um com Down

Charlie, Ben e Harry aparecem felizes com a mãe, que luta para cuidar deles (Foto: The Sun/Reprodução)
Uma inglesa de 40 anos é mãe de três meninos com condições diferentes, o que a coloca em uma estatística rara – de um caso para 9 milhões.
Apesar dos problemas, Becky Kenyon não acha que lhe faltou sorte e se diz orgulhosa de criar Ben, de 15 anos, Harry, de 13, e Charlie, de 8, com alegria e determinação. O mais velho apresenta uma doença do espectro autista, chamada síndrome de Asperger, o do meio tem síndrome de Down e o caçula, o autismo clássico.
Por causa da condição dos três, a mãe fica com eles em tempo integral. Segundo ela, a situação foi mais difícil no começo, e o mais importante é que os meninos estão vivos e cheios de amor para dar e receber.
A primeira criança a ser diagnosticada foi Harry, logo ao nascer. O segundo foi Ben, com 2 anos de idade. A família percebeu algo diferente pelo fato de ele não gostar de ser abraçado, não entender a diferença entre "sim" e "não", e se descontrolar quando está triste ou com raiva.
Na terceira gravidez, Becky nem se preocupava com o sexo, só queria dar à luz um bebê saudável. Charlie nasceu prematuro, mas até aí tudo parecia bem.
Com 1 ano e meio, o garoto começou a andar na ponta dos pés – e a mãe desconfiou de que havia algo de errado. Logo, ele foi diagnosticado com autismo. A partir daí, o menino começou a ter problemas na fala e na comunicação social, a se esquivar de situações e ficar extremamente estressado.
A inglesa se culpava muito pela condição dos filhos e chegou a entrar em depressão quando Charlie tinha 4 meses, mas tomou remédios e melhorou. Ela lembra que chegou a sofrer com Ben, que não queria Harry por perto, razão pela qual a mãe tinha que levar o filho do meio para onde quer que fosse.
Quando Ben cresceu, as coisas ficaram mais fáceis. Ele e Harry foram para a escola, e Charlie acabou ficando sozinho com Becky.
Em novembro de 2008, ela e o marido Andy se separaram. No ano passado, a inglesa conheceu um homem em um pub e está junto com ele desde então. Ele também tem ajudado a cuidar dos meninos.
Segundo Becky, por alguma razão, ela foi escolhida para ser mãe do trio, e a felicidade que eles trouxeram à vida dela compensa cada noite passada sem dormir.
Fonte: G1, em São Paulo


terça-feira, 18 de setembro de 2012

Buraco da camada de ozônio está menor que no ano passado, diz ONU

O buraco na camada de ozônio, o escudo protetor da Terra contra os raios ultravioleta, deve ficar menor este ano sobre a Antártica do que no ano passado, disse a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta sexta-feira (14). Para os pesquisadores, isso mostra como a proibição a substâncias prejudiciais interrompeu a destruição dessa camada.

A assinatura do Protocolo de Montreal há 25 anos deu início à retirada aos poucos dos clorofluorocarbonos (CFCs) do mercado. Estudos comprovaram que essas substâncias químicas destroem a camada de ozônio.O buraco, entretanto, provavelmente está maior do que em 2010 e uma recuperação completa ainda está longe de ocorrer.A iniciativa ajudou a evitar milhões de casos de câncer de pele e de cataratas, assim como os efeitos nocivos sobre o ambiente, disse a Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência climática da ONU.
Ilustração com base em observações de satélites da Nasa permite identificar área do buraco na camada de ozônio, acima da Antártida. (Foto: Nasa)
Ilustração com base em observações de satélites da Nasa permite identificar área do buracona camada de ozônio, acima da Antártica. (Foto: Nasa)





















"As condições de temperatura e a extensão das nuvens estratosféricas polares até agora este ano indicam que o grau de perda de ozônio será menor do que em 2011, mas provavelmente algo maior do que em 2010", disse em um comunicado a OMM.
O buraco da camada de ozônio na Antártica, que atualmente mede 19 milhões de quilômetros quadrados, provavelmente estará menor este ano do que no ano recorde de 2006, informou a organização. A ocorrência anual em geral atinge sua área de superfície máxima durante o fim de setembro e sua profundidade máxima no começo de outubro.
Mesmo depois da proibição, os CFCs, que já foram usados em geladeiras e latinhas de spray, duram bastante na atmosfera e levará várias décadas para que as concentrações voltem aos níveis pré-1980, informou a OMM.
G1