sábado, 5 de abril de 2014

Cães ajudam crianças com paralisia cerebral a se desenvolverem em SP

Anna Gabriela RibeiroDo G1 Santos
Garota se diverte com cão voluntário  (Foto: Anna Gabriela Ribeiro / G1 Santos)
Garota se diverte com cão voluntário (Foto: Anna Gabriela Ribeiro / G1 Santos)
O amor e o afeto oferecidos pelos cães auxiliam crianças com paralisia cerebral em um Centro de Reabilitação em São Vicente, no litoral de São Paulo. O projeto ‘Cão Amor’ conta com 12 voluntários peludos e simpáticos, dispostos a proporcionar alegria para as crianças em tratamento. A aceitação do projeto foi positiva por parte dos pacientes, pais e profissionais da área da saúde, já que os cães ajudam a melhorar a parte motora e psicológica das crianças.
O projeto de pet terapia começou há cerca de um ano e surgiu após uma experiência pessoal da voluntária Danielle Gravina Calasans. “Meu pai ficou internado alguns meses e ele sentia falta dos cães. Como ele ficou muitos meses no hospital, ele entrou em depressão e eu comecei a buscar uma forma de levar os cães até ele. Comecei a entender que isso podia servir para outras pessoas também, por meio da pet terapia. Ele faleceu, mas o projeto continua’, conta Danielle.
Pet terapia também atende idosos em asilos (Foto: Anna Gabriela Ribeiro / G1 Santos)
Pet terapia também atende idosos em asilos
(Foto: Anna Gabriela Ribeiro / G1 Santos)
Os cães chegam ao local enfeitados e logo enchem os olhos das crianças. Para a voluntária, a relação e muito benéfica. “O tratamento é para reabilitação. Muitas crianças já estão cansadas de sempre fazer a mesma atividade, então para elas é especial poder fazer a reabilitação tendo um cão como recurso. Eles fazem de uma maneira lúdica e bem prazerosa uma coisa que era só um exercício. Agora é jogar a bolinha, fazer carinho no cachorro. Eles gostam muito”, afirma.

Ao todo, são 12 cães e 16 voluntários que participam do projeto. Danielle diz que os animais também gostam de auxiliar as crianças. “Eles adoram. Os cães sabem o dia da visita e ficam bem animados. Nosso receio era como seria a aceitação das crianças, das famílias e dos profissionais e todas foram positivas. Os profissionais tem um incentivo maior, porque eles têm o cachorro ali como um auxílio para um movimento que antes era difícil de ser alcançado sem o cão. É um estímulo muito bom”, conta.
A voluntária lembra de uma visita que marcou bastante. “Tinha uma menina cadeirante e um menino que não era cadeirante. O menino jogou a bolinha e o cão retornou com o objeto e lambeu o pé dele. Quando a menina cadeirante jogou a bolinha, o cão lambeu a roda da cadeira. Ele entendeu que a cadeira era uma extensão do corpo dela. E ela também entendeu isso porque ela disse: ele me lambeu. O cão não tem preconceito, ele age naturalmente”, diz.
Garota se encanta com 'nova amiga' (Foto: Anna Gabriela Ribeiro / G1 Santos)Garota se encanta com nova amiga
(Foto: Anna Gabriela Ribeiro / G1 Santos)
Antes de entrar no projeto, os animais são avaliados para verificar se são aptos para este tipo de trabalho. “Antes de entrar no projeto o cão é avaliado e uma vez por mês fazemos uma reavaliação de todos os cães. É importante o trabalho de adestramento que eles passam, porque não chegam com muita euforia, eles vão no ritmo que a pessoa está”, explica Danielle.
A psicóloga Claudia Valéria de Jesus trabalha no Centro de Reabilitação de São Vicente, conheceu o projeto e acabou virando voluntária. “Eu sempre gostei de cachorros e acho que eles são muito benéficos para a saúde, principalmente para a saúde psicológica. Quando a ONG entrou aqui eu adorei, porque sempre quis trabalhar com serviço voluntário. A resposta é muito imediata. Você está há meses trabalhando algum aspecto psicológico, como trabalhar a autoestima, melhorar a aceitação da doença, e quando o cachorro vem você vê que a crianças se transforma, ela interage melhor, demonstra mais afeto, então e resposta é fantástica”, explica a psicóloga.
Além de crianças com paralisia cerebral, a pet terapia Cão Amor também atende em outros seis locais, incluindo um asilo, um centro pediátrico de oncologia, hospitais e um lar de amparo ao menor. Uma universidade em Santos concede o tratamento veterinário dos cachorros e alguns dos Golden Retrievers foram doados para o projeto. O projeto ‘Cão Amor’ mantém uma página na internet com informações sobre as visitas dos cães.
    Bebê tem o primeiro contato com um cachorro (Foto: Anna Gabriela Ribeiro / G1 Santos)
    Bebê tem o primeiro contato com um cachorro (Foto: Anna Gabriela Ribeiro / G1 Santos)
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'Câncer não espera', diz mãe de garoto que morreu aguardando medula

Mônica Andrea pretende lutar pela conscientização da importância da doação de medula óssea (Foto: Fernanda Zauli/G1)
Mônica Andrea pretende lutar pela conscientização da importância da doação de medula óssea (Foto: Fernanda Zauli/G1)
Transformar a dor em luta. É isso o que pretende fazer Mônica Andrea Xavier, de 32 anos, mãe do pequeno Marcos Luiz de Sousa Filho, de 9 anos, que morreu de leucemia na última quarta-feira (2), em Natal. "Meu filho se foi, mas eu vou lutar para que outras mães não passem por isso", disse. Marcos estava internado no Hospital Varella Santiago aguardando o transplante de medula. Um doador compatível foi encontrado, mas, quinze dia antes da morte da criança, desistiu de doar.
Marcos Luiz recebeu o diagnóstico de leucemia em dezembro de 2012, quando ainda tinha 7 anos. De acordo com Mônica, ele fez seis meses de quimioterapia e foi dado como curado, mas, em outubro de 2013, teve uma recaída. “A doença voltou e ele logo foi encaminhado para a fila do transplante. Em janeiro deste ano encontraram um doador compatível. Nós corremos contra o tempo para fazer todos os exames e deixar o Marquinhos apto a fazer o transplante”, contou.
Foi então que, em meados de março, Mônica recebeu a notícia de que o doador desistiu da doação. “Quando eu recebi a notícia da desistência do doador eu vi que estava perdendo um pouquinho do meu filho. Primeiro veio a revolta, depois o desejo de tentar entender, e em seguida o desespero. E agora? O que fazer? É o chão que se abre, a gente fica sem rumo”, disse. Agora, Mônica quer trabalhar para conscientizar as pessoas sobre a importância da doação de medula óssea e lutar para que o poder público atue com mais agilidade nesse processo.
Marcos Luiz, de 9 anos, morreu na últim quarta-feira (2) (Foto: Arquivo pessoal)
Marcos Luiz, de 9 anos, morreu na últim quarta-feira
(2) (Foto: Arquivo pessoal)
“O câncer não espera. Temos dias contados. A morosidade e a burocracia no processo da doação pode ser definitiva para a vida de alguém”, disse Mônica. Para encampar essa luta ela conta com o apoio da Associação de Humanização e Apoio ao Transplantado de Medula Óssea no RN (Hatmo). A presidente da Hatmo, Rosali Cortez, explica que no Brasil não há esclarecimento e apoio suficiente aos possíveis doadores. Segundo ela, em outros países, os doadores recebem uma ajuda de custo para a realização de exames. “Quando a pessoa é compatível com alguém ela precisa fazer vários exames para saber se o estado de saúde permite que ela doe. Esses exames, no Brasil, são feitos pelo Sus ou por conta do doador. Não há uma ajuda e há custos. Se for uma pessoa humilde, que não tem carro, por exemplo, tem o custo da locomoção, de um lanche, e tudo corre por conta do doador”, disse Rosali.
Mônica Andrea acredita que também falta apoio psicológico ao doador. “Se uma pessoa tem morte cerebral, por exemplo, rapidamente assistentes sociais e psicólogos começam a atuar junto aos familiares para que os órgãos sejam doados. Por que isso não é feito também com um possível doador? Por que quando uma pessoa é comunicada de que é compatível com alguém que precisa de medula óssea não é feito um trabalho de conscientização? A medula óssea também é vital. Por que não dão a mesma importância?”.
Não há estatísticas no Brasil sobre a desistência de possíveis doadores, mas, de acordo com o diretor do Departamento de Hemoterapia do Hemocentro, Rodrigo Villar, é mais frequente do que se imagina. “Acontece mais do que se imagina e, infelizmente, por causa da desinformação. A maior razão para a desistência ainda é o medo”, disse.
Ele explicou que o primeiro passo para quem pretende ser um doador de medula óssea é se cadastrar no Hemocentro. Quando é compatível com alguém, o possível doador tem que fazer exames para saber se está bem de saúde e apto a doar. O transplante pode ser feito de duas formas. A mais comum, segundo ele, é por meio de uma punção da medula óssea. O procedimento é realizado no centro cirúrgico, com anestesia geral. “É simples. Não podemos dizer que o risco é zero porque envolve um procedimento cirúrgico, mas é um risco mínimo. O doador terá alta em um ou dois dias e poderá ficar com um certo desconforto no local da punção, mas é uma dor que pode ser resolvida com um analgésico. A dor é irrisória perante o benefício que o doador estará fazendo para a vida de alguém”, disse o médico.
O hematologista Rodrigo Villar explica que os riscos são mínimos para o doador (Foto: Fernanda Zauli/G1)O hematologista Rodrigo Villar explica que os riscos
são mínimos para o doador
(Foto: Fernanda Zauli/G1)
O outro procedimento é realizado por uma máquina que faz a coleta de sangue periférica. O doador toma uma medicação que fará com que as células tronco migrem para a corrente sanguínea. "A máquina então coleta o sangue, centrifuga o sangue e separa o componente celular que eu preciso", explicou o médico.
“Quem tem a oportunidade de doar a medula óssea está sendo agraciado, abençoado, porque está tendo a oportunidade de restaurar, de salvar uma vida”, disse Rodrigo Villar.
Fernanda Zauli / Do G1 RN

Do Blog: O que é mais triste nessa história é saber que foi encontrado o doador compatível e que ele desistiu. Infelizmente Marcos não teve tempo de esperar por outro doador. Que Deus conforte essa mãe e lhe dê forças para lutar e conseguir ajudar outras mães para que elas não passem pela mesma situação.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

'Vou fazer o que minha mãe não fez por mim', diz anã mãe de trigêmeas

Do G1 RN / Fernanda Zauli

Maria Dulcineia na UTI onde visitou as filhas Maria Eduarda e Maria Helena (Foto: Fernanda Zauli/G1)
Maria Dulcinéia na UTI onde visitou as filhas Maria Eduarda e Maria Helena (Foto: Fernanda Zauli/G1)

Maria Eduarda, Maria Helena e Maria Heloísa. Esses foram os nomes escolhidos por Maria Dulcinéia da Silva - anã de 1,20 metro de altura - para batizar as filhas trigêmeas que nasceram na tarde desta quarta-feira (2), em Natal. "Agora somos quatro Marias", disse. Dulcinéia passa bem e continua internada na Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC). Maria Eduarda e Maria Helena estão na UTI do mesmo hospital que a mãe e Maria Heloísa está na UTI do Hospital Varella Santiago.
 elena. Ela não conteve as lágrimas. "Eu estou muito feliz. Vi minhas filhas, peguei nos pezinhos delas, vi que elas estão bem. Agora eu quero fazer por elas o que minha mãe não fez por mim. Ela me deu pra outra família cuidar, mas eu vou cuidar das minhas meninas", disse, emocionada.
As meninas nasceram com 29 semanas e cinco dias. A direção da Maternidade Januário Cicco explicou que Maria Heloísa teve que ser levada para o Hospital Varella Santiago por falta de vagas. "Mas assim que conseguirmos uma vaga aqui ela será trazida para ficar perto da mãe", disse Kléber Moraes, diretor da MEJC.
A médica Patrícia Fonseca disse que o parto transcorreu tranquilamente (Foto: Fernanda Zauli/G1)
A médica Patrícia Fonseca disse que o parto
transcorreu tranquilamente
(Foto: Fernanda Zauli/G1)
A médica Patrícia Fonseca Bezerra, que realizou  o parto, explicou que Dulcinéia estava com desconforto respiratório e os bebês deixaram de adquirir peso, por isso o parto foi feito na tarde de quarta-feira. "Por causa do volume do útero houve diminuição da capacidade de expansão pulmonar materna, que significa que a mãe estava com dificuldades para respirar. Além disso, os bebês deixaram de adquirir peso e foi necessária a intervenção", disse.
Doações
Depois que a história de Dulcinéia virou notícia as doações não pararam de chegar. Ela mora sozinha no bairro Planalto, Zona Oeste de Natal, e não tem contato com os pais biológicos nem com o casal que a adotou. A gravidez não foi planejada e o pai das crianças a abandonou quando soube da gravidez. "Graças a Deus eu ganhei muita coisa. Se não fossem essas doações ia ser muito difícil porque eu não ia ter como comprar coisa para as três. Pra um a gente sempre dá um jeito, mas pra três é mais complicado", disse.
De acordo com a obstetra Patrícia Fonseca, os bebês devem permanecer internados por pelo menos mais dez semanas. Neste período, Dulcinéia também permanece no hospital para acompanhar o crescimentos das filhas. "Vamos ficar aqui com acompanhamento médico até elas estarem bem. Depois seremos só nós quatro. Eu estou muito feliz", disse.
Maria Dulcinéia pouco antes da realização do parto (Foto: Arquivo pessoal)
Maria Dulcinéia pouco antes da realização do parto (Foto: Arquivo pessoal)

Vote na enquete a favor da família promovida pela Câmara

Imagem: Reprodução
A polêmica sobre conceito de família continua como tema de uma enquete que está batendo record no Portal da Câmara dos Deputados. O objetivo é avaliar se os cidadãos são favoráveis ou contrários ao conceito incluído no Projeto de Lei 6583/13, do deputado Anderson Ferreira (PR-PE), que cria o “Estatuto da Família”.
De acordo com o texto, que apresenta diretrizes de políticas públicas voltadas para a entidade familiar e obriga o poder público a garantir as condições mínimas para a “sobrevivência” desse núcleo: família é formada a partir da união entre homem e mulher.
Votação
A pesquisa faz parte da elaboração de projeto que visa a criação do “Estatuto da Família”
No ar desde o dia 5 de fevereiro, mais de meio milhão de pessoas já participaram da enquete. O número de participantes é mais do que o dobro da segunda enquete mais votada no site da Câmara, que é a manutenção do poder de investigação do Ministério Público, abordado pela PEC 37, que obteve apenas 230.386 votos.
Na manhã desta quinta-feira (03/04) o resultado da enquete, que faz a seguinte pergunta“Você concorda com a definição de família como núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, prevista no projeto que cria o Estatuto da Família?”, estava: 55.55% responderam “sim”; 44.07% escolheram “não; e 0.38% não souberam opinar.
Se você é a favor do conceito de família como núcleo formado “a partir da união entre homem e mulher”, clique aqui e vote SIM. Ao votar o participante só poderá fazer isso uma única vez de um mesmo computador. Por isso convoque amigos e familiares a também participarem, pois seu voto pode fazer toda a diferença.
Qualquer problema na votração ligue para o Disque-Câmara: 0800 619 619.

Fonte: Agência Câmara Notícias via Blog da Rô

Nascem prematuras trigêmeas filhas de anã de 1,20 m em Natal

Do G1 RN
Maria Dulcineia da Silva tem 1,20 metros de altura e seis meses e meio de gestação   (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)Maria Dulcineia da Silva tem 1,20 metro de altura
(Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)
Nasceram no fim da tarde desta quarta-feira (2) as trigêmeas filhas de Maria Dulcineia da Silva, de 35 anos, uma anã de 1,20 metro de altura. A informação foi confirmada pelo diretor da Maternidade Escola Januário Cicco, Kleber de Melo Morais. A unidade hospitalar fica localizada no bairro Petrópolis, na zona Leste de Natal.

De acordo com a direção, os bebês nasceram com 29 semanas e cinco dias. Por serem prematuros, os três estão aos cuidados da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). "Foi uma cesárea. As três crianças nasceram bem, mas estão na UTI em função da prematuridade. A mãe está no quarto e passa bem", explica o diretor da maternidade.

O caso de Maria Dulcineia da Silva foi mostrado em matéria exibida no dia 19 de março pelo Bom Dia RN. Desempregada, a mulher mora em Parnamirim, cidade da Grande Natal. Para ela, foi uma surpresa descobrir que estava gestante de três meninas. "Pensei que o médico estava brincando comigo", conta.

A gestação trigemelar é rara entre anãs, ainda mais quando a mulher engravida de forma natural. Além do fato de Maria Dulcineia esperar trigêmeos, seu nanismo e a idade considerada avançada para ser mãe tornaram a gestação ainda mais arriscada. A ginecologista Patrícia Fonseca explicou na época que a gravidez da paciente era de alto risco porque não havia espaço no ventre dela para os bebês poderem crescer.

Maria Dulcineia conta que o pai das crianças foi embora e que não tem contato com familiares – ela não tem notícias de seus pais biológicos nem do casal que a adotou. Atualmente, a mulher se mantém com doações de pessoas que se sensibilizam com sua história. "Eu vivia só, mas agora tenho três para cuidar e me acompanhar para o resto da vida", disse.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Guarda Municipal captura jiboia em meio à avenida na zona Sul de Natal

Segundo os guardas que fizeram a captura, cobra mede 2,7 metros de comprimento (Foto: Anderson Barbosa/G1)
Segundo os guardas que fizeram a captura, cobra mede 2,70 metros de comprimento (Foto: Anderson Barbosa/G1)

Uma jiboia de aproximadamente 2,70 metros de comprimento foi capturada por agentes da Guarda Municipal Ambiental na manhã desta terça-feira (1º) na zona Sul de Natal. De acordo com o Ivanaldo Rodrigues, a cobra estava no canteiro central da avenida Omar O'Grady, nas proximidades do Parque da Cidade. Segundo o biólogo Douglas Brandão, do Aquário Natal, a jiboia é da espécieBoa constrictor e não é peçonhenta.
O guarda contou ainda que moradores da região disseram que o animal morava naquela área há bastante tempo. "Os moradores relataram que já avistaram esta cobra aqui na região".A cobra foi levada para o Aquário Natal onde passará por um quarentena. “Não sabemos se ela tem algum ferimento. Por isso é importante que ela vá para o Aquário para ser observada. Após a quarentena, o Idema e o Ibama irão indicar um local que seja adequado para ela viver”, disse Rodrigues.
Ainda de acordo com o biólogo, "uma jiboia pode chegar a 3 metros de comprimento. Portanto, esta que foi capturada já é uma cobra adulta".
Cobra foi levada pelos guardas municipais para o Aquário Natal, onde ficará em quarentena (Foto: Anderson Barbosa/G1)
Cobra foi levada pelos guardas municipais para o Aquário Natal, onde ficará em quarentena (Foto: Anderson Barbosa/G1)

Do G1 RN