quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

O caçador de tempestades Mike Hollingshead e suas fotos belas fotos

Simplesmente lindas essas fotos feitas pelo caçador de tempestades, Mike Hollingshead.
O cara começou a perseguir tempestade depois de sua primeira caçada real, colocá-lo bem no caminho de um tornado em Iowa. Segundo ele, depois disso, ele ficou viciado e começou a perseguir tempestades nos fins de semana e, por fim, largou o emprego para fazer isso em tempo integral. Veja algumas de suas fotos:
1.
Badlands Fog Storm
2.
Stormy Nebraska Sunset
3.
Nebraska Tornado Intercept


4.

May 22, 2010 Bowdle South Dakota Violent Tornado
5.
Night Supercell
6.
Whales Mouth
7.
Truck Stop and Twilight Supercell
8.
Nebraska Twilight Supercell
9.
Nebraska Mammatus
10.
Nebraska Twilight Supercell
11.
Nebraska Summer Supercell
12.
Iowa Supercell
13.
Ugly Nebraska Supercell
14.
Nebraska Supercell
15.
Mammatus Clouds
16.
South Dakota Mammatus Clouds
17.
TV Tower Lightning
Do site Tudo interessante

O menor tatu do mundo

Pichiciego-menor não tolera bem encontros com humanosMariella Superina/BBC
Ele é pequeno, peludo, e rosado. Não é um grande animal, nem o protagonista de um conto de fadas, mas poderia ser. O pichiciego-menor (Chlamyphorus truncatus), mede pouco mais de 10cm, passa a maior parte de sua vida escavando embaixo da terra, e tem uma carapaça rosada que cobre o seu suave pelo branco.
É o menor tatu do mundo, se alimenta de invertebrados e plantas, é e visto raramente na superfície. Encontrado nas planícies da Argentina, o pichiciego-menor é muito suscetível ao estresse e não tolera bem encontros com humanos.
'É um animal muito delicado, que em cativeiro vive no máximo oito dias, e morre', disse à BBC Mundo Mariella Superina, especialista na preservação de tatus.
Por sua raridade, esses animais se tornaram 'uma obsessão' para Superina.
'Apesar do nome 'pichiciego', esses animais não são realmente cegos. Conseguem distinguir claridade de escuridão. 'Pichi' significa menino na língua mapuche (um povo indígena da região centro-sul do Chile e do sudoeste da Argentina), e eu suspeito que 'ciego' foi agregado ao nome para distingui-lo do piche (Zaedyus pichiy), uma espécie de tatu que pesa cerca de 1 kg e vive na mesma região', disse a especialista.
Natureza delicada
Superina é pesquisadora do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas (CONICET), na província de Mendoza, Argentina, a região do pichiciego. Por sua raridade, toda vez que as autoridades encontram um pichiciego perdido, eles o ajudam.
'Eles começaram a me avisar e a me trazer pichiciegos, primeiro um morto, depois um vivo para ver se eu conseguia reintegrá-lo a seu habitat natural, e assim eu comecei a conhecê-los', disse Superina à BBC Mundo.
'O que acontece é que às vezes as pessoas o encontram, por exemplo, em uma estrada e, ou o levam pra casa como animal de estimação, ou o entregam às autoridades e perguntam o que é', disse a especialista. Mas a melhor coisa a se fazer, segundo a especialista, é deixar o pichiciego seguir o seu caminho, levando em consideração sua natureza delicada. Superina lamenta nunca ter visto um em seu habitat natural, e teme que eles estejam à beira da extinção.
'Eu realmente não sei quantos existem. Sou presidente do grupo de especialistas em tatus, preguiças e tamanduás da União Internacional para a Conservação da Natureza, e não temos dados suficientes para dizer se os pichiciegos estão ameaçados ou não, simplesmente porque não há nenhum estudo prático', diz Superina.
Refinado
O que o torna tão especial? Superina explica que, entre as 21 espécies de tatus, que já são muito diferentes de outros mamíferos, o pichiciego é o único que perdeu a parte lateral da carapaça. 
'Sob a carapaça estão pelos de seda que cobrem seu corpo e ajudam o pichiciego a manter sua temperatura corporal.'
'A ponta da cauda tem uma forma de diamante, que também é muito raro, e é usada como uma quinta pata de apoio,' acrescenta a especialista.
Eles também têm uma placa vertical na parte de trás que os cientistas não sabiam o que era. Até que a pesquisadora foi capaz de colocar uma câmera infravermelha em um dos pichiciegos resgatados e filmá-lo.
'Ele só saiu à noite, mas às vezes eu podia ver como ele cavava. Ele escavava e depois se virava e batia a terra atrás dele com esta placa vertical, um comportamento muito especial que os outros tatus não têm'.
Mas isso não é tudo: este tatu observado por Superina também se mostrou extremamente 'exigente'.
'A verdade é que eu fiquei louca, porque era extremamente difícil encontrar algo para ele comer, passei dias capturando besouros, à procura de vermes, procurando frutas naturais, para ver se conseguia incentivá-lo a comer algo natural, e nada, acho que tentei 34 ingredientes diferentes e ele se recusou a comer', disse a pesquisadora.
'Então, eu tentei uma mistura de diferentes ingredientes, que foi o que ele comeu.' Mas, segundo Superina, qualquer alteração na mistura causou a rejeição imediata do pichiciego refinado.
'E o mais engraçado é que eu fiz a mesma mistura para o segundo pichiciego que me entregaram para reabilitar, e ele a rejeitou. Eles devem ter fortes preferências individuais, e por isso não podemos replicar estas experiências, e reabilitar cada pichiciego é um desafio muito grande', explicou a especialista.
'Eles são tão diferentes, e é tão difícil encontrá-los, que esses animais são realmente fascinantes para mim, é uma espécie que eu gostaria de estudar e saber muito mais para protegê-lo, mas o problema é onde encontrá-los', concluiu a pessoa que, provavelmente, sabe mais do que qualquer um sobre esses animais.
Fonte: R7

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Essa mulher irá morrer, mas o que ela está fazendo pelo filho é fantástico


Rowena tem câncer e irá morrer.
Não estranhe a dureza do início desse texto, pois é intencional. O baque que você deve ter sentido ao ler essa primeira linha foi o que Rowena sentiu ao saber que possuía um grave câncer de intestino, diagnosticado logo após o parto do seu primeiro e único filho, Freddie.
Mas ao invés de se desesperar e deixar que a doença tirasse o melhor de si, ela decidiu realizar algo muito especial: fazer-se presente na vida do filho mesmo depois que seu corpo físico não mais estivesse aqui. E como ela fez isso? Conheça um pouco da história dessa mãe.

Logo após o nascimento de Freddie, Rowena começou a sentir fortes dores de estômago, e após alguns meses, foi diagnosticada com câncer de intestino.

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Na tentativa de vencer o câncer, os médicos retiraram seus ovários, útero, parte do intestino e abdomen.

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Ela não ligava para o tratamento; só queria passar mais tempo com a família.

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Apenas 4 meses após a cirurgia, o câncer se espalhou pelo fígado, pulmões e pelvis. Não havia mais esperança para ela.

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Em vez de deixar que a morte iminente destruísse o resto de sua vida física, ela decidiu planejar sua “vida” mesmo após a sua morte. Rowena começou a escrever cartões para que Freddie pudesse abrir em momentos especiais e lesse as mensagens deixadas.

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Freddie poderia abrir uma mensagem especial da sua mãe em todos os aniversários.

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Rowena confessou se sentir estranha ao escrever para o seu filho quando ele tivesse 21 anos, pois nem imaginava como isso seria.

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Com os cartões, ela quer que ele sinta o quanto ela o amou, além de fazer com que ele sentisse um pouco de sua presença ali.

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Rowena já passou por inúmeras sessões de quimioterapia e cirurgias, mas ela não se importa, contando que possa passar mais tempo com a sua família e fazê-los ter certeza de todo o amor que ela eternamente sentirá.

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Rowena ainda está viva mas, no momento, está longe do seu filho, o que o deixa triste. Então, ela disse que o ursinho de pelúcia de Freddie possui poderes mágicos e que poderia conversar com ele quando se sentisse solitário, pois ela poderia ouvi-lo quando estivesse no hospital ou mesmo depois de falecida.
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A história de Rowena parece nos lembrar de que o que nos torna presentes neste mundo não é o nosso corpo físico, mas aquilo que fazemos e os sentimentos que compartilhamos. Afinal, imortalidade não é necessariamente viver para sempre, mas ser lembrado pela nossa positiva passagem – de preferência – por esta terra e, quem sabe, inspirar as próximas gerações com a nossa história de vida.
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Via Daily Mail, 2/R7

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

10 Gatos famosos por suas marcas inacreditáveis

1- O gato com sobrancelhas hilárias

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2- Esse gato com chapéu permanente

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3- Esse com um grande coração

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4- O gato bigodudo

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5- O gato duas caras

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6- O gato com cabelo de vovó

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7- Esse aqui com um coração na mandíbula

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8- Esse aqui sendo abraçado por um macaco

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9- O gato que tem um gato nele - Inception?

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10- O gato Hitler

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Do site Tudo Interessante

A Natureza do Turismo Sustentável Brasileiro

Autossustentável: Chapada dos Veadeiros, Goiás - Foto: Chris Jackson


Devido às características climáticas e geográficas o turismo em áreas naturais é predominante no Brasil. Atualmente o turismo sustentável é o tema principal nas agendas das grandes empresas, pequenos empreendedores, autoridades regionais e nacionais do setor. Será que estamos aplicando somente práticas pontuais de sustentabilidade socioambiental ou de fato estamos construímos um turismo sustentável no Brasil?

Visto sob a ótica do tripé da sustentabilidade de acordo com a OMT - Organização Mundial do Turismo, a atividade turística deve levar em consideração questões:
  • (i) sociais - respeito e fomento aos valores e cultura de um povo; 
  • (ii) econômicas - assegurar a correta alocação dos recursos e investimentos na área, e;
  • (iii) ambientais - garantir a capacidade do ecossistema em manter-se ou recuperar-se dos impactos da atividade.
No âmbito social é crescente o número de iniciativas que valorizam a cultura local e preservação ambiental, principalmente por iniciativas do terceiro setor. A baixa remuneração dos pequenos empreendedores e a falta de educação ambiental impedem a sustentabilidade nos serviços prestados quando não apoiados e estimulados pelo terceiro setor ou órgãos competentes.

Autossustentável: Lixo em área de proteção ambiental

Diversas pesquisas indicam o crescimento econômico positivo do turismo nacional, que amplia a oferta de contratação de mão de obra e gera demanda por investimentos. Embora as pequenas e médias empresas constituam a maior parte do setor hoteleiro e turístico no Brasil, as grandes empresas são as maiores beneficiadas com os incentivos gerados pelas autoridades regionais e nacionais.

A expansão de modalidades turísticas em áreas naturais e de proteção ambiental, como por exemplo, o ecoturismo e turismo de aventura, sem o devido planejamento, colocam em risco a biodiversidade e sustentabilidade de tais áreas. Neste cenário, as certificações ambientais cobririam parte das deficiências que as legislações deixam escapar durante o processo de licenciamento e cumprimento das normas ambientais.
Autossustentável: Praia do Lixo

Enquanto vemos a falta de uma política clara para o incentivo ao desenvolvimento sustentável voltada ao pequeno empreendedor, acompanhamos os gigantescos esforços voltados para preparar o país para os mega eventos, como Copa do Mundo e Olimpíadas. Percebemos que práticas socioambientais são de fato realizadas, contudo, não são incorporadas em todos os pilares para alcançarmos o turismo sustentável no Brasil.

 Clique aqui para ler mais sobre artigos de Aline Lazzarottovia http://www.autossustentavel.com/ via Blog Ambiental no Seridó

Onça-pintada (Panthera onca) pode desaparecer da Mata Atlântica.


Em breve, a onça-pintada (Panthera onca) pode desaparecer da Mata Atlântica. O alerta foi feito por um grupo de pesquisadores brasileiros membros do Sistema Nacional de Pesquisa em Biodiversidade (Sisbiota) por meio de uma carta publicada na revista Science. Os cientistas estimam que atualmente existam menos de 250 animais adultos vivos em todo o território abrangente do bioma, distribuídos em oito populações isoladas.

Na carta, o grupo informa que análises moleculares demonstraram que o tamanho da população efetiva local (número de animais que estão de fato se reproduzindo e deixando descendente, um parâmetro crítico para a manutenção da diversidade genética) está abaixo de 50 animais.

Entre as causas do declínio da população das onças estão a perda de habitat, resultante do desmatamento e da fragmentação da mata, e também a caça. Os pesquisadores estimam que atualmente reste apenas entre 7% e 12% da cobertura original da Mata Atlântica. 

"Quando um grande predador desaparece, pode haver explosão nas populações de herbívoros, como veados, catetos e queixadas. Em excesso, esses animais acabam consumindo todo o sub-bosque da floresta e isso implica em perda da capacidade de recomposição e perda de estoque de carbono. Em longo prazo, isso pode levar à quebra da dinâmica da floresta", avaliou Ronaldo Gonçalves Morato, coautor do texto e chefe do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap) do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

O desaparecimento da onça-pintada pode causar ainda aumento desmedido nas populações de predadores intermediários, como jaguatiricas e outros carnívoros. Por sua vez, isso poderá levar a um aumento na predação de ninhos e, potencialmente, à extinção local de diversas aves, importantes dispersoras de sementes, e alterar a estrutura da vegetação. "O predador de topo de cadeia tem um papel de regulação do ecossistema e, quando ele desaparece, um distúrbio é criado. Isso pode causar a extinção de algumas espécies, até que o ecossistema encontre um novo equilíbrio", disse Pedro Manoel Galetti Junior, professor do Departamento de Genética e Evolução (DGE) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e coautor do texto.

Com informações da Agência Fapesp via Biologia na Rede